sábado, 1 de janeiro de 2011

PLENITUDE


Entre a loucura e a lucidez
Como música, como prece
Melodia sem pressa
Em ritmo ondulatório
E a absoluta harmonia
Na infinidade de um ato
Romper com a monotonia
Entre nós, a sós
Pra tudo poder sentir
Ser livre e se revelar

Menos rígido, menos estúpido
Com mãos vazias
Delirar, levitar
Entre delírios e ousadias
Fazer carícias, extasiar
Sem opinião e em desvario
Cumprir a travessia
E sentir sem malícia
Mesmo que o mundo não queira
Numa ansiedade desmedida

Subir aos céus e não querer voltar!



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